Crítica l Sequência Os Croods 2: Uma Nova Era encanta e mantém diversão em família

8 anos depois, a sequência Os Croods 2: Uma Nova Era chega aos cinemas. Como a primeira família da era pré-histórica, os Croods viviam nas cavernas se alimentando de raízes, folhas e animais até que acabaram encontrando Guy e descobrindo todo um novo mundo.

A continuação foca no relacionamento amoroso entre Guy e Eep, que acaba enciumando o pai superprotetor Grug, além de muitas vezes botar o bando em perigo. Seguindo com o propósito de “encontrar o Amanhã”, o casal mostra indícios de que querem ser independentes e ter uma vida a dois, longe da família.

Grug acaba encontrando uma grande área na floresta, muito bonita e cheia de frutos, criando de imediato a vontade de ficarem alí para a família não precisar se separar e ter suas necessidades supridas. Mas, eles logo descobrem que os Bemelhores uma habitam o local. Eles tem uma boa dinâmica para viver em conforto no meio da floresta e, coincidentemente, são antigos conhecidos de Guy e sua família, de quem ele se perdeu quando criança. Inclusive, tinham interesse de juntá-lo com a filha, Dawn.

Toda essa dinâmica poderia criar ciúmes e disputa entre as meninas, mas elas acabam se tornando grandes amigas e apresentando as belezas e novidades de seus próprios mundos. Como uma mulher das cavernas bem mais crescida e madura, Eep leva Dawn pela primeira vez fora dos muros, vivendo grandes aventuras com a garota que só sabe o que é viver com as comodidades que os pais construíram.

Enquanto isso, tanto os pais quanto as mães soltam várias faíscas devido aos costumes e à criação que dão aos seus filhos. Além disso, os Bemelhores não tem interesse de abrigar os Croods e querem que Guy continue a viver com eles para casar com Dawn. Mas uma grande ameaça acaba surgindo e fazendo as famílias trabalhem juntas.

Com muito humor e carisma dos personagens, a trama debate o individualismo e o choque cultural entre as duas famílias, a fim de mostrar a importância do respeito e de que as diferenças não precisam existir para excluir o outro. Introduz também o papel masculino na paternidade e nos trabalhos domésticos, além de esbanjar o protagonismo feminino.

Um grande destaque é a repaginada no visual dos personagens e a beleza do universo, com mais detalhes, cores, texturas e diversidade. A história em si vai divertir tanto as crianças quanto os adultos, pois é sensível e foge de estereótipos, deixando boas lições de moral.

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