Crítica l Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis chega com tudo, surpreende e se torna um dos melhores filmes da Marvel

Dirigido por Destin Daniel Cretton, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis estreia na próxima quinta-feira (2/9) nos cinemas. O longa, que dá o ponta pé inicial para a Fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel, inicia os trabalhos apresentando ao público a história de origem de seu protagonista, interpretado por Simu Liu.

Shaun (seu alter ego) vive nos Estados Unidos, em São Francisco, onde trabalha como manobrista ao lado de sua melhor amiga Katy, vivida pela brilhante Awkwafina. Os dois de imediato mostram uma ótima química juntos enquanto se divertem e entram em encrencas, mas a trama segue para o plot principal e estabelece conexão com a Sociedade dos Anéis, liderada pelo seu pai Wenwu (Tony Leung), que descobriu os poderes dos anéis no passado e criou um verdadeiro exército.

Com o passado da família à tona, o protagonista precisa voltar para a sua cidade natal e encontrar sua irmã Xialing (Meng’er Zhang), além de confrontar novamente a morte da mãe, o que faz com que o público conheça segredos e antigas mágoas. Desta forma, o longa apresenta com maestria a mitologia chinesa em meio a ótimas cenas de artes marciais, belos efeitos visuais e um elenco talentosíssimo. Além disso, entra em debate temas importantes como machismo, influência da família, carreira e destino.

A trama é bem trabalhada, dosando os momentos cômicos e trabalhando muito bem com a emoção e com respeito à cultura chinesa. O herói chega com tudo, surpreende e eleva o nível para as próximas produções, já que, é claro, como um bom filme da Marvel, termina com duas cenas pós-créditos que mostram potencial para uma franquia e deixam boas pistas para o que está por vir.

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