Crítica l Sequência O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família diverte, apesar de clichês

A sequência do longa de sucesso em que um bebê falava, agia e se vestia como adulto – que inclusive foi indicado ao Oscar de Melhor Animação de 2017 – O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família já esta disponível nos cinemas.

Ted está de volta com o irmão Tim, mas desta vez ambos já estão bem crescidos. A trama de imediato apresenta os Templeton adultos, infelizmente distantes. Enquanto Ted está sempre extremamente ocupado como CEO de uma grande empresa, Tim é um pai de família que cuida das crianças enquanto a esposa é uma padeira de sucesso.

Em casa com as filhas Tabitha e Tina, Tim continua tão criativo e brincalhão quanto antes, mas agora tem a dificuldade de lidar com a filha pré-adolescente que com as obrigações da escola já não tem tempo nem vê muita graça para as brincadeiras, além de não acreditar nas histórias de infância que o pai conta. Porém, ele logo descobre que sua filha mais nova é uma agente secreta com uma importante missão para a Corporação Bebê (BabyCorp), a qual seu irmão liderou anteriormente.

A poderosa chefinha Tina precisa impedir um plano de dominação encabeçado pelo diretor da escola de Tabitha, cujo objetivo é retirar o controle parental e dar este poder aos bebês do mundo todo. Contando com a ajuda do pai e do tio, que com a fórmula secreta voltam a ser crianças, o trio rende cenas muito hilárias e divertidas. Ainda que por momentos se torne cansativo, não dá para negar que a história continua tão agradável quanto o longa original, trazendo também ótimas lições e demonstrando a importância da família.

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